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Sábado, Agosto 2

 
Vaticano ataca esforços para legalizar união entre homossexuais

31/07/03


CIDADE DO VATICANO - Temendo que a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo espalhe-se para mais países, o Vaticano condenou na quinta-feira as uniões desse tipo, qualificando-as de fora dos padrões e de uma grave ameaça à sociedade.

O Vaticano atacou o casamento entre homossexuais em um documento aprovado pelo papa João Paulo 2o e publicado no momento em que a legalização desse tipo de união ganha força nos EUA e na Europa.

"O casamento existe apenas entre um homem e uma mulher. O casamento é sagrado, enquanto as atitudes homossexuais vão contra a lei moral e natural", disse o documento de 12 páginas divulgado pela Congregação da Doutrina da Fé, um órgão do Vaticano.

"O reconhecimento legal das uniões homossexuais ou a colocação delas no mesmo nível do casamento significaria a aprovação não apenas de um comportamento fora dos padrões, mas também o obscurecimento de valores básicos que pertencem ao patrimônio comum da humanidade."

O documento pede que parlamentares católicos votem contra projetos de lei que legalizem o casamento entre pessoas do mesmo sexo e diz que, se tais leis já existem em seus países, esses parlamentares devem trabalhar para revogá-las. Essa é a segunda vez que o Vaticano faz um apelo do tipo neste ano.

A Igreja Católica também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais.

O debate sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo intensificou-se na América do Norte depois de o Canadá ter dado os primeiros passos nessa direção e de a Suprema Corte dos EUA ter julgado ilegais várias leis estaduais que consideravam um crime a prática de sexo por casais homossexuais.

Na Europa, a Holanda reconhece a legalidade das uniões entre homossexuais desde 1998 e a Bélgica adotou uma postura semelhante em janeiro deste ano.

Vários outros países concederam a casais homossexuais direitos quase iguais aos de casais heterossexuais.




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Sexta-feira, Agosto 1

 
EXPOSIÇÕES

Abertura

ABSTRATOS & MOVIMENTOS São 80 trabalhos (esculturas e pinturas) de 20 artistas plásticos, entre eles Alexandre Jorge, Ana Rita Videira, Angely Romeiro, Anna Siqquerira, M. Tanaka, Tetê Lacerda, Flory Menezes e Claudia Eprecht.

Galeria 102: Shopping Cassino Atlântico. Av. Nossa Senhora de Copacabana 4.240, Copacabana - 2287-6790. Seg a sáb, das 11h às 22h.

GRAVURA EM ÁLBUM A mostra reúne cerca de 50 obras de xilogravura (gravura em madeira), litografia (gravura em pedra) e gravação em metal produzidas por professores e alunos do curso de gravura da Escola de Belas Artes da UFRJ. Em uma oficina de xilogravura montada como ateliê, o público poderá desenvolver trabalhos, que serão expostos como ilustração de um cordel.

Conjunto Cultural da Caixa: Av. República do Chile 230, Centro - 2262-5483. Seg a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 10h às 14h.

MABEL, VENTOS E TEMPESTADES DE CORES - Pinturas da artista naïf.

Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil: Rua Cosme Velho 561 - 2205-8612. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, do meio-dia às 18h. R$ 8. Até 2 de novembro.

MADALENA SCHWARTZ: RETRATOS A mostra reúne cerca de cem imagens da fotógrafa húngara (1921-1993), que se radicou no Brasil em 1960 e foi considerada uma das maiores retratistas do país.

Instituto Moreira Salles: Rua Marquês de São Vicente 476, Gávea - 3284-7400. Ter a dom, das 13h às 20h.

MARIO CRAVO NETO O artista baiano apresenta a instalação -Na terra - Sob meus pés , composta por 14 imagens projetadas na parede. As fotos coloridas e em preto-e-branco registradas entre a década de 90 e o ano de 2002 ficarão expostas lado a lado. A trilha sonora da mostra também é assinada pelo fotógrafo.

Centro Cultural Banco do Brasil: Rua Primeiro de Março 66, Centro - 3808-2020. Ter a dom, do meio-dia às 20h.

ROSÂNGELA RENNÓ, - ARQUIVO UNIVERSAL E OUTROS ARQUIVOS - Em seus trabalhos, Rosângela usa álbuns de família, arquivos públicos e privados, retratos para identidade e fichas penitenciárias, deslocando antigas fotografias de seus lugares de origem para que eles revelem novos sentidos.

Centro Cultural Banco do Brasil: Rua Primeiro de Março 66, Centro - 3808-2020. Ter a dom, do meio-dia às 20h.

SILVÉRIO AUGUSTO, -NAVE - Pinturas.

Casa de Cultura Laura Alvim: Av. Vieira Souto 176, Ipanema - 2267-1647. Ter a sex, das 15h às 20h. Sáb e dom, das 16h às 20h.

Museus e centros culturais

CENTRO DE ARTES HÉLIO OITICICA Rua Luís de Camões 68, Centro - 2232-4213. Ter a sex, das 11h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 11h às 17h.

Hélio Oiticica: Cor, Imagem, Poética: São 170 trabalhos do artista, entre fotos, penetráveis, parangolés, bólides, objetos e desenhos, além de cerca de 500 documentos.

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL Rua Primeiro de Março 66, Centro - 3808-2020. Ter a dom, do meio-dia às 20h.

Emmanuel Nassar, A poesia da gambiarra: A mostra reúne 60 obras, entre óleos, desenhos, fotografias e instalações, das diversas fases da trajetória do artista.

CENTRO CULTURAL CORREIOS Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro - 2503-8770. Ter a dom, do meio-dia às 19h.

Dirce Cavalcanti, Relevos e esculturas: Composições feitas a partir de tecido embebido em gesso e aplicação de cores.

CENTRO CULTURAL ODUVALDO VIANNA FILHO/CASTELINHO DO FLAMENGO Praia do Flamengo 158 - 2205-0276 e 2205-0655. Diariamente, do meio-dia às 18h.

Gentil Reversão Versão Castelinho: Os parceiros Ana Miguel, Chico Amaral, Elder Rocha, Gê Orthof e Ralph Gehre expõe trabalhos, entre pinturas e instalações, novamente juntos. Até 31 de agosto.

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI Mirante da Boa Viagem s/n, Boa Viagem, Niterói - 2620-2400. Ter a dom, das 11h às 18h. R$ 4. Sáb, entrada franca. A bilheteria fecha quinze minutos antes dos salões de exposição.

Luiz Aquila: São 77 obras do artista, criadas entre 1978 e 2002, incluindo 28 quadros inéditos, numa mostra comemorativa dos 60 anos do pintor.

MUSEU DE ARTE MODERNA Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo - 2240-4944. Ter a sex, do meio-dia às 18h. Sáb, dom e feriados, do meio-dia às 19h. R$ 5 e R$ 2 (estudantes e maiores de 65 anos). A bilheteria fecha meia hora antes do término do horário de visitação.

Arte Brasileira da Revolução de 30 ao Pós-Guerra: Obras de Lygia Clark, Di Cavalcanti, Goeldi e Iberê Camargo, entre outros.

Caetano Dias, Sobre a virgem - Estratégias para a perda de sentido: O artista baiano expõe esculturas com efeitos luminosos e sonoros. Até domingo.

Wilson Piran, Nem tudo que brilha é ouro - Estrelas: Pinturas em que o artista reinterpreta ícones da história da arte e figuras do mundo pop e do universo religioso. Até domingo.

MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES Av. Rio Branco 199, Centro - 2240-0068. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 14h às 18h. R$ 4. Dom, entrada franca.

Aparecida Azedo, O Brasil naïf de Aparecida: São 28 telas naives que tratam do tema preferido da artista: a natureza. Até 10 de agosto.

Benevento, - Pinturas recentes: As obras retratando a Roma Antiga mostram a releitura do classicismo feita pelo artista. Até domingo.

Cláudia Lima, -Enredos: São 17 esculturas, produzidas em 1999 e 2000, a partir de materiais variados, como fios de cobre, vela, sisal, pigmentos e resina acrílica.

Waldir Günther: O artista apresenta 18 desenhos na técnica de grafite.

MUSEU DA REPÚBLICA Rua do Catete 153 - 2558-6350. Seg a sex, das 10 às 17h. Sáb, dom e feriados, das 14h às 18h.

Ni da Costa, - Tempo-luz: A artista exibe seis óleos feitos a partir de fotografias da sombra e luz registradas da janela do seu ateliê. Além disso, apresenta vídeo e sobreposição de imagens fotografadas. Até 18 de agosto.

FotoRio 2003

CENTRO CULTURAL LIGHT Av. Marechal Floriano 168, Centro - 2211-4543 e 2211-7529. Seg a sex, das 11h às 17h.

Viva Favela: Projeto fotográfico do movimento Viva Rio. Participantes: Deise Lane, Kita Pedroza, Nando Dias, Rodrigues Moura, Sandra Delgado, Tony Barros e Walter Mesquita.

CLAUDIA JAGUARIBE, -AEROPORTO - São 40 fotografias que retratam o universo dos aeroportos e as pessoas que por ele transitam diariamente.

Museu de Arte Moderna: Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo - 2240-4944. Ter a sex, do meio-dia às 18h. Sáb, dom e feriados, do meio-dia às 19h. R$ 5 e R$ 2 (estudantes e maiores de 65 anos). A bilheteria fecha meia hora antes do término do horário de visitação.

FOTORIO NO CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL Série de mostras fotográficas. No 2 andar :Um país em transição - Fotografias de Buenos Aires, Cuyo e Noroeste Argentino, registros de Christiano Junior, entre 1867 a 1883;-Aquisições recentes: fotografia contemporânea, do acervo da Fundação Biblioteca Nacional;- Trabalho escravo, de João Roberto Ripper e Ricardo Funari.

Centro Cultural Justiça Federal: Av. Rio Branco 241, Centro - 2510-8846. Ter a dom, do meio-dia às 19h. Até domingo.

Individuais

AMADOR PEREZ, - A ARTE DA IMPRESSÃO - São 17 gravuras, 34 desenhos e 8 tonergrafias (peças de arte digital impressas a laser sobre papel).

Galeria Cândido Portinari: Campus da Uerj. Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã - 2587-7182. Seg a sex, das 10h às 20h.

IVANA CURI, -EMOÇÃO CARIOCA, Caixas, camisetas e painéis de acrílico são alguns dos objetos exclusivos (e com tiragem limitada) que Ivana desenvolveu inspirada nas torcidas do futebol carioca fotografadas por Eduardo Monteiro.

Galeria Gilson Martins: Rua Visconde de Pirajá 462, Ipanema - 2227-6178. Seg a sáb, das 9h às 20h.

MILTON MACHADO, (1=N) UM INTERVALO - Machado apresenta sete desenhos produzidos em Londres, em 1995, durante o período em que o artista fez doutorado em artes visuais.

Mercedes Viegas Arte Contemporânea: Rua João Borges 84, Gávea - 2294 4305. Seg a sex, das 14h às 20h. Sáb, das 16h às 20h.

ROSA OLIVEIRA, - BRISE-SOLEIL. São oito pinturas em grandes formatos e serigrafias realizadas a partir de fotografias tiradas de prédios nos arredores do ateliê da artista.

Galeria Anna Maria Niemeyer: Shopping da Gávea. Rua Marquês de São Vicente 52, loja 205 - 2239-9144. Seg a sáb, das 11h às 18h.

Coletivas

HUMOR Ducha, Fernando de La Rocque, Márcia X, Mara Martins e Jorge Duarte apresentam objetos e instalações inspirados no humor.

Espaço Antônio Bernardo: Rua Garcia D'Ávila 121, Ipanema - 2512-7204. Seg a sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 14h.

PROJÉTEIS DE ARTE CONTEMPORÂNEA Annabella Geiger, Victor Arruda, Paulo Climachausk, Ivens Machado, Arjan, Eduardo Costa, Ney Valle e o grupo Flesh Beck Crew, que utiliza a técnica do grafite, aproveitam o espaço físico das galerias do Palácio Gustavo Capanema como suporte para suas obras, com intervenções, instalações e propostas multimídia.

Palácio Gustavo Capanema: Rua da Imprensa 16, Centro - 2279-8090. Seg a sex, das 9h às 18h.

Fotografia

WALTER FIRMO, - UM PASSEIO PELA NOBREZA - O fotógrafo registrou momentos raros de mestres da música popular brasileira.

Pequena Galeria 18: Edifício Chopin. Av. Atlântica 1.782, loja F, Copacabana - 2549-3897. Seg a sex, das 11h às 19h. Sáb, das 11h às 14h. Até 11 de outubro.

Extra

A COLEÇÃO DE ALTA COSTURA CARMEN THEREZINHA SOLBIATI MAYRINK VEIGA São cerca de 60 modelos criados nos anos 70 e 80 por costureiros e estilistas famosos para Carmen Mayrink Veiga. Além das roupas, estarão expostos croquis e fotos dos álbuns da socialite.

Casa de Cultura Julieta de Serpa: Praia do Flamengo 340 - 2551-1278. Diariamente, do meio-dia às 22h. Ingresso: R$ 10. Até amanhã.

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Pela primeira vez, Salvador ganha uma mostra que reúne no mesmo espaço obras dos mais consagrados nomes na pintura universal
Picasso, Dalí, Chagall, Monet e Matisse. É pouco? Há ainda Miró, Gauguin, Modigliani e Léger. E mais: Braque, Soutine e Van Dongen, dentre outros. Todos estes nomes, fulgurantes no panteão dos grandes talentos das artes plásticas, estão ao alcance dos olhos baianos a partir de hoje, no Museu de Arte Moderna, onde acontece o vernissage da exposição Mestres da Arte Universal.

Envaidecido com a oportunidade inédita de trazer 49 obras tão importantes ao MAM-BA, o diretor, Heitor Reis, diz que o principal objetivo é possibilitar a -inclusão cultural - da população. Além, é claro, de oferecer ao visitante um banquete visual dos mais apetitosos. A mostra confirma que a intenção é sensibilizar o espectador e fazê-lo se enriquecer culturalmente.

Para ampliar o acesso ao maior número possível de pessoas, no curto espaço de tempo da exposição (apenas um mês), o MAM-BA ampliou o horário de visitação e facilitará visitas guiadas por monitores aos alunos de escolas públicas. A entrada é gratuita e até o vernissage, logo mais à noite, normalmente aberto apenas a convidados, está liberado para todos.

IMAGINAÇÃO SOLTA - Queremos estender um olhar sobre a pintura do século XX, explica Reis. Ele conta que durou cinco anos a tarefa de conseguir trazer a Salvador obras do naipe de um Portrait de Suzanne aux Soleils (óleo sobre tela de 1890), assinado por Claude Monet, cujo seguro ficou em nada menos do que US$ 5 milhões. Caso alguém se interesse em adquirir algum quadro, os contatos deverão ser feitos diretamente com a galeria Cazeau-Béraudière, em Paris, dona das obras.

As conversas em torno da exposição começaram em 1998. Foi quando Heitor Reis conheceu o paraibano Flávio Capitulino, que trabalha como restaurador e conservador da galeria parisiense, localizada na Avenue Matignon, 16, perto da Champs Elysées.

Ela entra em recesso uma vez por ano, a cada mês de agosto. Nesse período de reclusão, as obras vão parar no cofre ou em alguma exposição ao redor do mundo. O quadro de Monet, por exemplo, chegou de Nápoles, na Itália, diretamente para o embarque ao Brasil.

A escolha das 49 obras para compor Mestres da Arte Universal obedeceu a dois principais critérios: disponibilidade e variedade. Estão representadas as mais diversas escolas, incluindo surrealismo, impressionismo, cubismo e pontilhismo.

Na última quarta-feira, enquanto discutia a montagem da exposição no amplo salão do MAM-BA, em torno da escada de Lina Bo Bardi, Capitulino elogiava as características do museu baiano. Segundo ele, contou pontos preciosos na liberação das obras pela galeria francesa a estrutura de primeiro mundo, com excelentes iluminação, climatização e museólogos.

No espaço, o público poderá circular à vontade, sem a obrigação de seguir uma ordem cronológica ou qualquer outra indicação rigorosa. Fica livre para deixar a imaginação voar pelo universo dos grandes mestres das tintas e pincéis.

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Dos quadrinhos aos quadrões

A exposição História em Quadrões virou um fenômeno desde que o quadrinista Maurício de Sousa resolveu mostrar sua produção com tinta e pincel, no final de 2001. As releituras de quadros famosos em que o artista insere nas cenas os personagens da Turma da Mônica foram vistas por mais de 500 mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador. A partir de hoje, o público brasiliense também poderá conferir a proposta de Maurício.
Em cartaz no Conjunto Cultural da Caixa, História em Quadrões tem com Brasília uma relação especial. Acrescentadas à mostra, duas telas inéditas são releituras de trabalhos guardados em acervo brasiliense. Também nasceram com uma particularidade: são as duas únicas releituras cujos originais Maurício de Sousa nunca viu ao vivo. Foram produzidas apenas com base em fotografias, método de trabalho diferente de todos os outros quadros do artista.

O autor rodou museus no mundo inteiro para fazer a pesquisa que originou História em Quadrões. Paz e concórdia, cena da independência pintada por Pedro Américo em 1902 e que integra o acervo do Itamaraty, virou Paz e concórdia no bairro do Limoeiro. Estão lá todos os personagens da turma numa alegoria meio greco-romana.

O outro é a Coroação de D. Pedro I, de Jean-Baptiste Debret, datado de 1828. O quadrinista transformou a cena em Coroação de D. Cebolinha e trocou a tinta a óleo usada por Debret por acrílica. No total, a Caixa vai receber 49 quadros, todos acompanhados da reprodução do original em formato reduzido, uma maneira de despertar no público a curiosidade pela arte.

Para a exposição em Salvador, ele pintou sua versão da Primeira missa, de Vitor Meireles.

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